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China facilita exportação de polpas e frutas congeladas brasileiras: veja o que muda

ResumoA China disponibilizou os procedimentos para exportação de polpas e frutas congeladas brasileiras, conforme anunciado pelo Ministério da Agricultura. A medida permite que empresas iniciem a habilitação via sistema Cifer. Frutas como açaí, manga e goiaba estão na lista de produtos autorizados para exportação ao mercado chinês.

A China disponibilizou os procedimentos para exportação de polpas e frutas congeladas brasileiras. A medida, anunciada pelo Ministério da Agricultura, permite que empresas iniciem a habilitação via sistema Cifer. Frutas como açaí, manga e goiaba estão na lista.

Diego Albuquerque Diego Albuquerque · Especialista em finanças para o exterior · 28 de julho de 2026 · 3 min
China facilita exportação de polpas e frutas congeladas brasileiras: veja o que muda
Local
Brasil
Regime
A combinar
Salário
A combinar
Publicado
28 de julho de 2026

A China deu mais um passo para ampliar a entrada de produtos brasileiros em seu mercado ao disponibilizar os procedimentos necessários para a exportação de polpas e frutas congeladas produzidas no Brasil. A medida permite que empresas brasileiras interessadas iniciem o processo de habilitação para vender esses produtos ao país asiático.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC) incluiu em seu sistema o modelo de certificado sanitário que será exigido nas exportações brasileiras de polpas e frutas congeladas. Com isso, os estabelecimentos interessados já podem dar entrada no registro junto ao sistema China Import Food Enterprise Registration (Cifer), etapa obrigatória para acessar o mercado chinês.

Quais frutas estão autorizadas?

A autorização vale para produtos obtidos de espécies de frutas já reconhecidas como alimentos pelas autoridades chinesas. Entre elas estão açaí, manga, goiaba, abacaxi e maracujá, além de outras frutas permitidas para consumo humano no país. De acordo com as regras chinesas, frutas que ainda não tenham sido reconhecidas como alimento permanecem sujeitas a procedimentos regulatórios específicos previstos na legislação local para novos alimentos.

Como funciona o registro no sistema Cifer?

O registro no sistema Cifer deve ser feito diretamente pelo estabelecimento exportador, que é responsável pela apresentação da documentação exigida. Após a análise e aprovação pela autoridade chinesa, a empresa recebe um número de registro, requisito indispensável para realizar embarques ao país.

Passo a passo para habilitação

  1. Consulte os requisitos e procedimentos estabelecidos pelas autoridades chinesas, conforme orientação do Ministério da Agricultura.
  2. Reúna a documentação exigida para o registro.
  3. Acesse o sistema Cifer e dê entrada no registro.
  4. Aguarde a análise e aprovação pela GACC.
  5. Após aprovação, obtenha o certificado sanitário oficial acordado entre Brasil e China.
  6. Realize as vendas de acordo com as exigências sanitárias e aduaneiras em vigor.

Certificado sanitário: o que é exigido?

As exportações também deverão ser acompanhadas pelo certificado sanitário oficial acordado entre Brasil e China. Esse documento é emitido pela autoridade brasileira competente e deve seguir o modelo incluído pela GACC em seu sistema. Após a aprovação do registro pela GACC e a emissão do certificado sanitário, as vendas poderão ser realizadas.

Impacto para o consumidor brasileiro

A abertura do mercado chinês para polpas e frutas congeladas brasileiras pode aquecer a produção nacional, especialmente de frutas tropicais como açaí, manga e goiaba. Para o consumidor, isso significa mais demanda por essas frutas, o que pode impactar os preços no mercado interno. Por outro lado, o aumento das exportações gera mais receita para os produtores, incentivando a melhoria da qualidade e da logística.

O que muda para os produtores?

Os produtores brasileiros agora têm um caminho claro para acessar o mercado chinês. A medida elimina a burocracia inicial, já que os procedimentos estão disponíveis. No entanto, é essencial que os estabelecimentos estejam atentos às regras sanitárias e aduaneiras chinesas para evitar problemas nos embarques. A consulta prévia aos requisitos é uma etapa que o Ministério da Agricultura recomenda fortemente.

Perguntas Frequentes

Quais frutas estão incluídas na autorização?

Estão autorizadas frutas já reconhecidas como alimento pelas autoridades chinesas, como açaí, manga, goiaba, abacaxi e maracujá, além de outras permitidas para consumo humano no país.

Como uma empresa brasileira pode se registrar?

O registro deve ser feito diretamente pelo estabelecimento exportador no sistema Cifer, com a apresentação da documentação exigida. Após aprovação pela GACC, a empresa recebe um número de registro.

O que é o certificado sanitário?

É o documento oficial acordado entre Brasil e China que deve acompanhar as exportações. Ele é emitido pela autoridade brasileira competente e segue o modelo incluído pela GACC.

Quanto tempo leva o processo de habilitação?

O prazo não foi divulgado. Após a análise e aprovação pela autoridade chinesa, a empresa recebe o número de registro.

Há custos envolvidos no registro?

A fonte não especifica custos. O processo envolve a apresentação de documentação e a análise pela GACC.

O que acontece com frutas não reconhecidas?

Frutas que ainda não foram reconhecidas como alimento na China permanecem sujeitas a procedimentos regulatórios específicos para novos alimentos.

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